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Crueldades Femininas
1. Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
R.: Boato.
2. O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em zigue-zague pelo jardim?
R.: Continuar atirando.
3. Pesquisadoras descobriram por que Moisés ficou andando 40 anos no deserto com o povo de Israel :
R.: Um homem nunca pergunta o caminho.
4. Qual é a semelhança entre as nuvens e os homens?
R.: Quando vão embora, o dia fica lindo.
5. Por que os homens não têm período de crise na idade madura ?
R.: Porque nunca saem da puberdade.
6. Qual é a definição masculina de uma noitada romântica?
R.: Sexo.
7. O que se diz de um homem que quer sexo no segundo encontro ?
R.: É particularmente lento.
8. Qual é o ponto comum entre os homens que freqüentam bares para solteiros?
R: Todos eles são casados.
9. Como saber se um homem está mentindo ?
R.: Seus lábios se mexem.
10. Como um homem chama o amor verdadeiro?
R.: Ereção.
11. Qual a semelhança entre o homem e o golfinho?
R.: Dizem que ambos são inteligentes, mas nunca se provou.
12. Por que as mulheres não querem mais se casar?
R.: Porque não é justo. Imagine, por causa de 100 gramas de lingüiça ter que levar o porco inteiro. (SHOW !!! SHOW !!! SHOW !!!)
13. Qual a semelhança entre o homem e o microondas?
R.: Aquecem em 15 segundos.
14. Qual a semelhança entre o homem e o caracol?
R.: Ambos têm chifres, babam e se arrastam. E ainda pensam que a casa é
deles.
15. Por que não existe um homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo
tempo?
R.: Porque seria mulher.
16. Antigamente, quando uma moça conhecia um rapaz gentil e educado
perguntava logo se era solteiro, e hoje em dia?
R.: Pergunta se é viado ...
17. Qual a semelhança entre um homem e um pão de forma?
R: Ambos são quadrados, tem casca grossa e miolo mole.
18. Qual a semelhança entre os homens fieis e os dinossauros?
R: Ambos estão extintos.
Pois é caro leitor...
Eu consigo arranjar trabalho para si,
mas se busca emprego desista.
Se quer começar já a trabalhar,
venha ter comigo e traga
cinco mil euros para me emprestar...
Depois verá o trabalho que vai ter
para os voltar a receber
se eu lhos puder devolver...
A Suíça não é banhada por nenhum mar ! Até o Sócrates que não é tão burro como parece sabia que a Suíça não é banhada por nenhum mar...!!!
Numa reunião com o Presidente da Suíça, Sócrates apresenta os seus Ministros:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Cultura, este é o Ministro da Justiça.... e por ai fora.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:
-Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Fazenda, este é o Ministro da Justiça, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Marinha ...
Nessa altura, Sócrates começa a rir feito parvo e diz:
- Desculpe Sr. Presidente, mas para que é que o senhor tem um Ministro da Marinha, se o seu país não tem mar?
E o Presidente da Suíça responde:
- Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da Justiça, da Educação e da Saúde, eu não ri... pois não !!!...
Estava o gordo abade posto em sossego
Do seu lauto almoço tirando bom proveito
Naquele engano de alma ledo e cego
De quem encara a vida satisfeito.
Longe estava de imaginar
A má sina já traçada:
Era a barriga a aumentar,
E a medicina a diagnosticar
“Barriga d’àgua” complicada.
Consultados os cirurgiões
Da cidade e do povoado
Não divergiam as opiniões
E o Abade ia ser operado.
Decorreu a cirurgia
Com toda a normalidade.
Recuperava da anestesia,
E ao lado, na Maternidade,
Um lindo bébé nascia
Filho de mãe solteira
Que no parto falecia.
Foi tão grande a confusão
E maior a fatalidade
Que o néné foi então
Parar à cama do Abade.
Quando este acordou
E viu tão lindo menino
Muito embaraçado pensou:
“...que coisas há no destino!
Mas oh! que grande espiga!
Será que o Doutor o achou
Dentro da minha barriga?”
Conluiadas as enfermeiras
Confirmaram ser verdade
E até foram as primeiras
A dizer à Governanta
Que a Santidade era tanta
Que por este andar, no povoado
Haveria Santo canonizado.
Com o avançar da idade
O Abade envelhecia...
O Sobrinho, na puberdade
Frequentava a faculdade
Rejuvenescendo dia a dia.
-“Sobrinho, vamos conversar
tenho algo aqui guardado”...
Era o Abade a hesitar
Se deveria ou não contar
Tudo, agora ao afilhado.
-“Padrinho! Não diga nada!
Esqueça...o que lá vai, lá vai
Eu já há muito desconfiava
Que o senhor era o meu pai”
“-Filhinho meu, estás errado!
Foi milagre nunca visto
Eu sou a tua mãe,
Por obra de Jesus Cristo...
Rico de farda é oficial
Pobre fardado é porteiro
Rico com pistola é precavido
Se for pobre…arruaceiro!
Rico com malinha na mão
É gestor financeiro
Pobre carregando mala
Está fugindo com dinheiro!
Rico com motorista
É milionário de peso
Mas se for um pobre
É certo que vai preso!
Rico de sandálias é turista
Se for pobre é mendigo
Rico a correr é desportista
Se corre o pobre é fugitivo
O Rico quando come
Fica bem alimentado
Se Pobre mata a fome
Já não fica esfomeado!
O que foi escrito por agentes da autoridade:
“- Um agente da PSP desloca-se à residência de um casal que anda desavindo
e escreve no auto de notícia que: "o sr. x anda muito frustrado
porque pagou cerca de 5 mil euros pelos implantes mamários da sua mulher
e suspeita que outro cidadão está a usufruir desses dividendos".
- A GNR participa acidente e explica que
"naquele local o asfalto da estrada era de terra batida".
- O gatuno era "herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas".
- Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em "lã-jeri".
- O arguido era "de raça nómada".
- O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial:
" Pede deferimento" e logo a seguir ... "As minhas sinceras condolências".
- "O denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa"
-"O individuo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis"
- Diligência de inquérito: "Solicite à PSP que, em 48h,
diligencie por identificar o denunciado que se sabe ter cerca de 16 anos e usar boné"
- Quem comete o crime de "borla" é um "borlista" profissional.
- Auto de denúncia: "enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda
chamar nomes ofensivos tais como "p...a, vaca, jornalista, advogada, ladra,
que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados".
- Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico,
"nomeadamente um tampa-roer".
- "O arguido atirou um paralelo-ipípado".
- "O arguido trazia uma techerte azul às riscas".
- "Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap"
- Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo
a GNR informa que recuperou a dita viatura no entanto a mesma vinha cheia de moças.
- Caso de uma averiguação de causa de morte
em que foi determinada a "autópsia parcial" do cadáver.
- Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de
24 galinhas das quais uma era galo.”
Um bombeiro à civil ia passeando, quando repara
que do outro lado da rua, está um menino vestido de bombeiro,
sentado em cima de um carrinho de bombeiros,
puxado por um Cão e um Gato.
Só que enquanto o Cão tem a coleira ao pescoço,
o Gato tem a coleira à volta dos testículos.
Intrigado com tal situação, aproximou-se da
criança e começou a falar:
- Olá. Como te chamas?
- João.
- Olá João. Pelos vistos queres ser bombeiro?
- Pois quero.
- Sabes eu também sou bombeiro, só que não estou fardado.
Foste tu que fizeste a roupa e o carrinho?
- Fui.
- Está muito bem feito. E como não tens motor, puseste o Cão e o Gato
a puxar-te. Muito engenhoso sim senhor. Mas olha, se apertares a
coleira do Gato no mesmo sítio onde apertaste a do Cão, vais muito
mais depressa.
- Pois é, mas assim não tinha sirene!!!
Como poderei ser uma rapariga boa?
JOHNNY RAY - I'LL NEVER FALL IN LOVE AGAIN
Desde pequena que vi o Tarzan andar nu.
A Cinderela chegava à meia noite.
O Pinóquio mentia.
O Aladino era ladrão.
O Batman conduzia a 320 km/h.

O Super Homem vestia as cuecas por cima das calças.

A Branca de Neve morava com 7 homens.

O Popeye fumava e era todo tatuado.
TARDE DEMAIS!
A culpa é da INFÂNCIA!
O médico, que havia tratado a Dona Berta em quase toda a sua vida,
aposentou-se e foi substituído por outro colega .
Na consulta seguinte, o novo médico pediu à Dona Berta
a lista dos medicamentos que lhe haviam sido receitados.

Quando o jovem médico viu a lista, ficou atónito !!!
- Dona Berta, sabe que estas pílulas são... são...
ANTICONCEPCIONAIS???
- Sim, doutor, elas ajudam-me a dormir.
- Dona Berta, eu afirmo peremptoriamente que não há
ABSOLUTAMENTE NADA nestas pílulas que faça uma pessoa dormir!
A velhinha deu um sorriso, e disse:
- Sim, eu sei.. mas para mim, FAZ ! Todas as manhãs dissolvo
uma pílula no sumo de laranja da minha neta, que tem 16 anos e,
assim, durmo em paz... ...TODAS AS NOITES...
A Agulha e o Novelo de Linha
(Texto Pronto para Jograis)
Narradora:
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha: 
Agulha
-Por que está você com esse ar, todo cheio de si, todo enrolado, para fingir que vale alguma coisa neste mundo ?
Novelo:
-Deixe-me, senhora.
Agulha
Que o deixe? Que o deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável?
Novelo
-Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
Agulha
Que cabeça, senhor? O senhor não é alfinete…Nem cabeça tem…
Novelo
-Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
Agulha
-Mas você é orgulhoso.
Novelo
-Decerto que sou.
Agulha
-Mas por quê?
Novelo:
-É boa ! Porque coso com minha linha. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
Agulha
-Você? Esta agora é melhor. Você que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
Novelo
-Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos vestidos e bordados
Agulha
-Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
Novelo
-Também os batedores vão adiante do imperador.
Agulha:
-Você imperador?
Novelo
-Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e modesto.
Eu é que prendo com meu fio, ligo, junto... seguro..
Narradora:
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. 
Chegou a costureira, pegou no pano, pegou na agulha, pegou na linha, enfiou a linha na agulha, e começou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos em corrida
E dizia a agulha:
Agulha:
-Então, senhor Novelo de Linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
Narradora:
A linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e activa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas.

A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Agulha:
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se levava a agulha espetada no peito da blusa, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
Novelo:
-Ora agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o quarto da costura? Vamos, diga lá.
Narradora
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
Alfinete:
- Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faz como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Narradora:
Contei esta história a um professor de filosofia, que me disse, abanando a cabeça: - 
TODOS:
-Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Machado de Assis
(Adaptação de José Mota)
L
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